Geromel conheceu Chaves num minuto

Avenida Brasil 16-02-2019 08:59
Por João Almeida Moreira

Hoje unânime no futebol brasileiro, Geromel foi dispensado do Palmeiras aos 17 anos e pensava abandonar a carreira quando num casamento um amigo lhe falou da possibilidade de jogar num desconhecido, até então, clube português. Chegado a Chaves, o defesa nascido em São Paulo (cerca de 20 milhões de habitantes, contando a periferia) fez um tour no carro de um amigo pela cidade (de cerca de 20 mil habitantes). «Quando pensei que tivesse começado, acabou», contou em entrevista à ESPN. Após a estranheza inicial, o defesa afirma que se encantou com a pacatez de Chaves, a hospitalidade dos habitantes e, claro, a gastronomia.

'Hat trick' muito especial do rei Pelé


Nos últimos dias, o Brasil assinalou  data histórica: um hat trick de Pelé, de 1964. Mas Pelé fazer um hat trick merece registo? Não, até porque segundo a revista Placar o rei fez 75 na carreira. O que aquele de há 55 anos teve de especial, num jogo com o Grêmio das meias-finais da Copa do Brasil (então equiparada ao Brasileirão), foi que, após os três golos na vitória santista por 4-3, Pelé foi para a baliza substituir o icónico Gylmar, expulso. E fez duas defesaças, segurando o resultado. O Peixe seria campeão ao golear o Bahia na final. Ao longo da carreira, o craque foi quatro vezes para a baliza e não sofreu golos.

Romarinho é mais chato que Romário


OPalmeiras vencia o Vasco por 3-0 ao intervalo, na Copa Mercosul de 2000. No segundo tempo, porém, Romário fez um hat trick à Pelé, Juninho Paulista marcou outro, e o Bacalhau eliminou o Porco na casa deste. Desde então, o nome de Romário tornou-se tabu entre palmeirenses. Mas o que dizer do nome Romarinho - nada a ver com o original -, autor de cinco golos pelo principal rival, Corinthians, em cinco dérbis? E o pior é que mesmo a jogar no Médio Oriente desde 2012, a cada vitória corintiana sobre o Palmeiras, ele publica nas redes sociais um «eu já sabia», cheio de emojis a chorarem a rir. Aconteceu de novo na semana passada. Romário jogava mais e irritava menos.
 

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