E o melhor em campo foi... o checo Kúdela

Avenida Brasil 06-04-2019 09:23
Por João Almeida Moreira, no Brasil

Durante a transmissão da TV Globo do República Checa-Brasil, o icónico narrador Galvão Bueno lançou o desafio aos espectadores de elegerem o melhor em campo. Candidatos não faltavam, como Firmino, autor de um golo, Gabriel Jesus, autor de dois, ou o inquieto Everton Cebolinha. Afinal, o vencedor foi o discreto lateral checo Ondrej Kudela. Quando Galvão viu o nome do vencedor logo desatou a rir, entendendo que era uma armadilha, dado o duplo sentido do nome em português. Driblou o problema, acentuando a primeira sílaba. 

Craque lesionado? Chama o ´prefeito´
Neném Prancha, treinador e frasista dos anos 50, dizia que o penálti era assunto tão importante que deveria ser o presidente do clube a batê-lo. No Atlético Alagoínhas, clube da Bahia, passa-se situação parecida: quando um dos craques da equipa se lesiona, em vez de se chamar o médico, chama-se o prefeito (presidente da Câmara) da cidade. É que, no caso, um e outro são a mesma pessoa. O prefeito Joaquim Neto deixa o expediente na sede do município e vai a correr, com compressas e sprays, para o banco de suplentes do Alagoínhas, socorrer atletas. 

Andrei é o único lamento do ´baixinho´
Quem se lembra do Mundial Sub-20 disputado em Portugal, em 1991, talvez se recorde do central brasileiro Andrei, alto, com forte pontapé e pilar da seleção derrotada na final pelos anfitriões. Pois Andrei, que passou por Palmeiras, Fla, Flu e Atlético de Madrid, está no centro do único arrependimento da carreira de Romário. O hoje senador não lamenta as controvérsias em que se envolveu mas sofre sempre que vê na TV a cena em que empurra e insulta o defesa quando ambos eram colegas no Flu, numa derrota por 0-6 para o São Paulo. «Foi coisa de otário mesmo, já pedi desculpas a ele e à família.»
 

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