Chefe dos árbitros é um sobrevivente

Avenida Brasil 25-05-2019 12:37
Por Redação

Leonardo Gaciba aceitou uma missão de risco: presidir ao conselho de arbitragem da CBF. Sobreviverá? Bom, credenciais ele tem: se não tivesse sido agredido e levado pontos no jogo Guarany-Aimoré, teria voltado a casa num autocarro que se despistou e em que morreram nove pessoas; não tivesse a CBF adiado para quinta-feira um jogo Fla-Paraná marcado inicialmente para quarta e teria embarcado no voo da TAM em que morreram 199; não fosse a exiguidade do espaço no estádio, onde só cabiam dois jornalistas, e teria viajado com a Chapecoense para Medellín para comentar a arbitragem.   

«Cadê» o porco na lista de Tite?
Nem Lucas, em forma supersónica, nem Vinícius Junior, the next big thing do futebol brasileiro, nem Marcelo, um ex-indiscutível, jogarão a Copa América. No entanto, a maior das polémicas suscitadas pela lista de Tite, de que fazem parte dois corintianos e um gremista, foi interna. «É no mínimo curioso ver que tem uma equipa no Brasil que ganhou dois e foi vice dos últimos três, é o atual líder do Brasileirão neste ano, com a maior série invicta da história, sem nenhum jogador convocado», disse Paulo Nobre ex-presidente do Palmeiras. Os alviverdes Weverton, Bruno Henrique e Dudu eram dados como prováveis.

«Uma autêntica cabacisse». Mas o que é cabacisse?
Caruaru e Altos do Piauí disputavam partida para a Série D, na casa do primeiro. Ao intervalo, o Jacaré, anfitrião, já derrotava a Patativa, visitante, por 2-0. Klenisson, do Altos, falou aos jornalistas ao intervalo e indignou-se com «os golos oferecidos aos caras». «Foi uma cabacisse, uma cabacisse», concluiu, antes de recolher, furioso, aos balneários. Narrador e comentaristas passaram então a segunda parte a tentar descobrir o que era «cabacisse». Concluíram que significa infantilidade e é uma expressão comum apenas no sertão do Piauí.
 

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