' La mano de Túlio' muito recordada

Avenida Brasil 06-07-2019 08:31
Por João Almeida Moreira, correspondente no Brasil

A Argentina vencia por 2-1 os quartos-de-final da Copa América de 1995, quando o lateral-direito Jorginho cruzou a bola para a área, onde Túlio Maravilha amorteceu, com o braço, e depois fez elegante chapéu sobre Cristante, o guarda-redes albiceleste. Imediatamente, sem pudores, o atacante batizou o lance de la mano de Túlio. E, em entrevista a recordar o episódio com 24 anos, não se desanima nem quando lhe dizem que hoje, com VAR, o golo não valeria. «E daí? A mano de Dios do Maradona também não e, no entanto, ficou na história». O Brasil venceria o desempate por penáltis mas perderia a decisão para o anfitrião Uruguai.

Brum arranca fio de cabelo de RG10
Roberto Brum, que passou pela Académica, foi nomeado marcador oficial de Ronaldinho Gaúcho no Fla-Flu da Copa Internacional de Futebol Legends. No final do jogo, que terminou empatado 2-2, com duas assistências do RG10 após duas fugas à marcação cerrada de Brum, o trinco admitiu a dificuldade da tarefa. «A gente deixa-o sozinho um segundo e ele decide, é difícil marcar alguém assim, é difícil, aliás, marcar alguém que você admira», disse. «No final do jogo, até puxei um cabelo dele, disse-lhe que era para fazer um teste de DNA, para saber qual o segredo de jogar assim». 

Messi nos livres como Curchill
Por falar em segredo, perguntaram a Churchill qual o segredo para a sua boa forma mesmo com idade avançada. A resposta foi «o desporto». «E que desporto pratica, senhor primeiro-ministro?», questionaram-no em seguida. «Nenhum, esse é o segredo da longevidade». Messi parece seguir o mesmo princípio, a julgar pelas informações privilegiadas dadas pelo colega Malcom, no programa Resenha, da ESPN Brasil. «O segredo dele para marcar livres é não treinar livres», contou. Diz o brasileiro, que o craque chega ao jogo e acerta mesmo sem treino. Para ele é fácil.
 

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