«O Flamengo vai ser o clube que todos os jogadores vão querer»

BRASIL 10/09/19 12:54
Por Redação

Diego Costa é apaixonado pelo Atlético Madrid, clube que representa há quase 10 anos, mas não enjeita um aventura inédita: jogar no Brasil.

 

«O Atlético Madrid representa para mim o futebol, é o meu trabalho, a minha vida. Poder treinar, entrar em campo, aproveitar ao máximo, para mim é tudo. Fui um jogador importante no clube, tento ser importante, a partir do momento em que vir que já não consigo peço para sair. O Atlético transmite atmosfera diferente, poucas equipas aqui na Europa têm este ambiente, esta torcida. O Atlético é grande pelos adeptos, é sentimento, é paixão», disse em entrevista ao canal de Youtube Partidazo. 

 

Filipe Luís foi companheiro de Diego Costa e está no Flamengo. Na apresentação no Rio «chamou-o» para se juntar a ele um dia. O jogador brasileiro, naturalizado espanhol, deixa uma possível mudança mais para a frente. 

 

«O Flamengo é uma equipa que todos os jogadores vão querer ir, não só os brasileiros, houve até aquela chance do Balotelli. Com o crescimento que o clube está a ter agora, vamos ver daqui a dois, três anos se o Flamengo vai querer ]contratar-me]. Vai chegar um momento onde os grande jogadores se vão oferecer, como já se oferecem, e não será fácil entrar ali», referiu o jogador de 30 anos. 

 

Mas se o Flamengo quiser? «Não sei... pelo que conheço de mim só jogaria numa equipa brasileira se me sentisse fisicamente bem. Uma pressão daquelas...o povo de lá que é muito apaixonado..., jamais iria jogar limitado fisicamente sabendo que eu não conseguiria demonstrar um pouco do meu futebol», referiu, para deixar escapar um provável «sim»:

«Lógico que tenho uma vontade de jogar no Brasil porque nunca joguei, então tenho essa vontade e esse sonho. E relativamente a clubes como o Flamengo, se chegar o momento e você tiver essa possibilidade, você não vai dizer não. Mas é preciso estar bem, porque é equipa grande. Agora o Gabigol está bem, faz golos a toda a hora. Se calhar daqui a três anos não precisam...»