Um ano após o dia mais negro da história do clube, ataque continua por resolver

Sporting 15-05-2019 09:53
Por Mário Rui Ventura/Rui Baioneta

Um ano, 365 dias. Para uns passa a correr, para outros custa bem mais a passar. E para o Sporting, os 365 dias que separaram o 15 de maio de 2018 do dia de hoje foram... uma eternidade. Quase tudo mudou no reino do leão, praticamente nada ficou como antes depois do dia mais negro nos 113 anos de história do Sporting e uma das páginas mais tristes do desporto português.


Hoje, quando o relógio se aproximar das 17 horas, estará completo o ano mais difícil da história do Sporting, ultrapassado com controvérsia, polémica, hooliganismo, casos de polícia e justiça, rescisões e demissões em catadupa, reuniões, assembleias, destituições e, claro, eleições.


Da pronta ação das autoridades naquela tarde negra de 15 de maio de 2018 resultaram várias detenções, número que foi aumentando com o passar dos dias e o aprofundar das investigações. Neste momento são 44 os arguidos deste processo, sendo que 37 deles continuam em prisão preventiva, um deles está em prisão domiciliária, por exemplo, enquanto Bruno de Carvalho, presidente destituído, e Nuno Mendes Mustafá, líder da Juventude Leonina, estão em liberdade mas com medidas de coação, pois ambos têm de se apresentar diariamente às autoridades e ficaram obrigados a pagar uma caução de 70 mil euros.
 

A fase de instrução, essa, tem sido constantemente adiada, com alguns advogados a apresentarem incidentes de escusa na tentativa de afastar o juiz Carlos Delca - na segunda-feira registou-se o terceiro incidente do género, sendo que os dois primeiros foram indeferidos pela Relação.

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